Escrever para a internet
Você provavelmente vai ler isto.
Um curto parágrafo no topo do artigo. Cheio de espaço branco à volta. Curto e sucinto. Para realmente captar a sua atenção, devo escrever da seguinte forma:
- utilizar bullets
- usar ocasionalmente bolds
- frases curtas
- um tópico por parágrafo
- colocar hyperlinks relevantes
- subtítulos explicatórios
Leu até ao fim? Então resultou….
tendências
Uma nova forma de monitorizar o buzz online é oferecido pelo Google Trends. Na imagem, a comparação entre iPod e iPhone nos ultimos 12 meses, em Portugal, mais concretamente em Lisboa (sim, vai a esse detalhe!) com indicação dos acontecimentos mais relevantes.
Sabia que…
… em 2013, o número de horas gastas a dormir será igual ao número de horas gastas em entretenimento baseado em vídeo (jogos, TV, etc.)?
Do total estimado de 8 horas que serão passadas em plataformas de vídeo, cerca de 2.9 horas advêm de PC, web e mobile video, triplicando o consumo actual. O crescimento da penetração de laptops, dispositivos móveis de vídeo e aparelhos com internet incluída como o iPhone serão os responsáveis por esse aumento.
Os marketers devem começar a desenvolver estratégias para tirar partido desta tendência. Se querem chegar aos consumidores, devem desenhar ofertas contemplando os locais onde eles gastam o seu tempo e atenção.
O tamanho importa
83% dos clientes do eBay ignoram os produtos sem imagens. Os items em galerias têm 15% mais de tráfego e os que têm fotos super-size conseguem mais 24%. Quem disse que as imagens são dispensáveis ou que o tamanho não importa?
As imagens e os vídeos, na medida em que permitem aos utilizadores maior interacção, reforçam o impacto dos produtos em causa. Se um retalhista online pretende estimular o e-commerce, deve facilitar a visualização dos tamanhos, das cores, dos formatos. A utilização de vídeo servirá para simular experiências com o produto ou serviço. Quanto mais aproximar o consumidor de um ambiente de loja tradicional, mais facilmente atingirá os seus objectivos comerciais.
Tags
via… Tag Galaxy.
Consumidores desiludidos com websites
De acordo com um estudo recente, realizado pela empresa de research ServiceXRG, envolvendo cerca de 1000 empresas e internautas, os websites das empresas ainda não conseguem corresponder da melhor forma às expectativas dos seus clientes. Apesar de cerca de 75% dos internautas procurar nos sites informação relevante sobre produtos e serviços, apenas 44% dos consumidores encontra informação que responda às suas necessidades.
“À medida que as relações self-service substituem as interacções pessoais, a abilidade para moldar a experiência online dos consumidores depende das ferramentas e conteúdos fornecidos”, diz Tom Sweeny, responsável da ServiceXRG.
Uma vez que a gestão da marca caminha para uma gestão do interface de todos os touch points da empresa com os seus clientes, o processo de gestão estratégica da marca passa obviamente por prestar maior atenção ao website. Torna-se necessário perceber quais os drivers da visita ao website e dar resposta útil por forma a não defraudar expectativas.
Destacam-se algumas das principais fraquezas dos websites encontradas no estudo:
- falta de resposta em tempo útil aos emails recebidos;
- ausência de live chat para interagir com os consumidores;
- oferta de uma secção estática de FAQ, em vez de uma base de informação dinâmica;
- ausência de ferramentas de pesquisa avançada.



