Estado com computadores vulneráveis
Segundo um estudo de uma equipa de investigadores de Coimbra, um em cada cinco computadores do Estado é vulnerável a “ataques” através da Internet. O estudo, desenvolvido ao longo de dois anos por uma equipa conjunta do Instituto Pedro Nunes (IPN) e da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidadede Coimbra (FCTUC), concluiu que é “perigoso” o nível de segurança da Rede em Portugal.
[via: Público]
Conferência SHIFT 2008 com inscrições abertas
Já estão abertas as inscrições para a edição de 2008 ano da conferência SHIFT que vai juntar em Lisboa vários especialistas internacionais da área do software e da Internet.
Pedro e o Lobo. Ou Pedro Rebelo versus Barclays
O Barclays Bank é por estes dias um banco popular. Pelo menos na blogoesfera portuguesa. Mas não é pelos melhores motivos. Porquê? Um caso de fraude envolvendo um cartão de crédito. Ausência de comunicação. Inaptidão para resolver um problema. Pedro Rebelo decidiu contar toda a história no seu blog Browserd. Com uma escrita clara e concisa e um argumento kafkiano dividido em episódios, este caso tornou-se numa blogonovela de sucesso.
Mas, nesta história podemos observar o recurso a algunas técnicas e conceitos interessantes. Logo a começar pela Search engine optimization. Vejam como o Pedro Rebelo usa palavras-chave nos títulos e no texto e como são feitos os links para outros artigos. Depois, temos conceitos como Internet Inteligence e Brand Monitoring. Estes poderiam ser úteis quando associados a uma estratégia comunicacional de Damage Control ou gestão da reputação. Por exemplo, resolvendo o problema concreto e comunicando a solução através de um blog corporativo. Será que no Barclays nunca ouviram falar de histórias como a da Kryptonite?
Eis alguns episódios:
- Fraude com Cartão de Crédito Barclays
- O Barclays já não é o que era. Reclamação do serviço.
- Mau serviço Barclays. Continua a piorar!
- Fez-se Luz! Ao fundo, bem fundo…
- Barclays, Barclays PLC, Barclays Premier… Nada!
- O Barclays, o Banco de Portugal, a reclamação…
- E no entanto, ela move-se…
- Ouve-se a blogosfera em Portugal?
- Barclays (pouco) Bank
- Que aos bancos, como o Barclays, só importam os lucros e não as pessoas, já sabemos, mas esta história é edificante
Nuvens de palavras
Wordle é uma ferramenta para gerar “nuvens de palavras” a partir de textos. As nuvens dão mais destaque às palavras que aparecem com mais frequência. O exemplo acima foi feito com os posts do Internet and Media.
NY Times 2.0
O NY Times lançou o mês passado a versão beta do Times People, iniciando a construção de uma “camada social”. O serviço, apenas disponível para utilizadores registados, permite por exemplo encontrar ou fazer amigos dentro da rede e recomendar ou partilhar os artigos mais apreciados.
Podem no entanto ir (bastante!) mais longe! As empresas que se dedicam à publicação de conteúdos podem, e devem, alavancar o poder das redes sociais. Conteúdos não são apenas factos; são também opiniões e debate. Como tal, as editoras podem utilizar as redes sociais para:
- perceber as preferências das pessoas
- levá-las a comentar os artigos
- atribuir ratings aos temas e aos artigos
- combinar os conteúdos editoriais com conteúdos gerados pelos próprios consumidores
- fomentar debates entre os leitores e os próprios autores
O impacto em termos de tráfego e notoriedade será certamente enorme.
Media sociais e a tribalização dos negócios
A Deloitte realizou um estudo sobre as empresas que já utilizam estratégias para tirar partidos das redes sociais. Alguns dados chave do relatório 2008 Tribalization of Business incluem:
- 52% das empresas planeiam investir mais na criação de comunidades
- 13% das comunidades são controladas por 2-5 gestores em full-time
- 27% das comunidades têm entre 100 e 500 membros
Convém no entanto não esquecer que investir em tecnologia só por si de nada adianta. É necessário alto grau de envolvimento da empresa com a comunidade. A participação deve ser bidireccional. O staff da empresa deve estar alinhado com os objectivos e interesses da comunidade para que haja consistência e envolvimento.
Primeiro a informação, depois o design
Harold Evans deu uma entrevista ao jornal Independent. Falou sobre o design de jornais e disse que o design não pode ser um substituto da informação.
“Design can’t be considered without the context, the information. Design is absolutely no substitute for content.”
Anti iPhone
Numa altura em que o iPhone hype continua por todo o lado, a BIC lançou um telemóvel descartável em parceria com a holandesa Orange. Por 49 euros o cliente pode comprar o telefone e começar a falar desde logo. Ao fim de 60 minutos de conversa, o consumidor pode comprar um novo carregamento. Conveniência acima de tudo…
Mais duas ferramentas para seguir as tendências
O Miguel já aqui falou do Google Trends para monitorizar o buzz on-line. Hoje eu mostro mais duas ferramentas com o mesmo fim.
A primeira é o BlogPulse, da Nielsen BuzzMetrics. O conceito é semelhante ao Google Trends embora a informação provenha apenas de blogs e newsgroups.

A segunda é o Twitscoop que permite visualizar tendências dos conteúdos colocados no Twitter.
Marketing viral: padrões de design
Com a Internet o marketing viral tem alcançado um sucesso significativo. Mas fazer uma boa campanha viral não é fácil. São poucos os que conseguem ter um impacto real. O que separa o êxito do fracasso? É a essa questão que a Ship’s Biscuit tenta dar resposta num artigo que identifica os padrões mais comums das campanhas virais bem sucedidas.



