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Consumidores desiludidos com websites

De acordo com um estudo recente, realizado pela empresa de research ServiceXRG, envolvendo cerca de 1000 empresas e internautas, os websites das empresas ainda não conseguem corresponder da melhor forma às expectativas dos seus clientes. Apesar de cerca de 75% dos internautas procurar nos sites informação relevante sobre produtos e serviços, apenas 44% dos consumidores encontra informação que responda às suas necessidades.

“À medida que as relações self-service substituem as interacções pessoais, a abilidade para moldar a experiência online dos consumidores depende das ferramentas e conteúdos fornecidos”, diz Tom Sweeny, responsável da ServiceXRG.

Uma vez que a gestão da marca caminha para uma gestão do interface de todos os touch points da empresa com os seus clientes, o processo de gestão estratégica da marca passa obviamente por prestar maior atenção ao website. Torna-se necessário perceber quais os drivers da visita ao website e dar resposta útil por forma a não defraudar expectativas.

Destacam-se algumas das principais fraquezas dos websites encontradas no estudo:

 - falta de resposta em tempo útil aos emails recebidos;

 - ausência de live chat para interagir com os consumidores;

 - oferta de uma secção estática de FAQ, em vez de uma base de informação dinâmica;

 - ausência de ferramentas de pesquisa avançada.

Análise a 25 jornais on-line

Douglas A. McIntyre do 24/7 Wall St. e antigo editor chefe do Financial World Magazine classificou as secções financeiras dos 25 jornais online mais populares dos Estados Unidos. Vale a pena ler o seu comentário e análise ao que cada jornal faz de melhor (e menos bem) nos seus sítios na Internet. No topo da classificação está o The New York Times.

NYT.com makes impressive use of blogs, charting, video, and other interactive features. Perhaps the best content run in the section on a regular basis are the “DealBook” area which covers the financial sector and “Bits” which covers technology. Ideally, the NYT business section would not have to run such a large amount of copy which overlaps with other sources, but being complete trumps that. Grade: A

[via ciberjournalism.net]

Voz do consumidor (versão 2.0)

Plebbe é uma empresa britânica que fornece um espaço web onde os consumidores podem atribuir classificações quantitativas (ou qualitativas com comentários contextuais) a empresas ou entidades e aos respectivos serviços.

É um espaço que se diz neutro, centrado na participação individual e nas diferenças de opinião, e que, por isso, dá também às empresas a possibilidade de responder a críticas.

A empresa foi fundada, por dois irmãos, em Agosto do ano passado e lançou o serviço no passado mês de Janeiro. Em entrevista ao PDA do The Guardian, o co-fundador James Paterson explica como o serviço funciona.

[via atrium.media&cidadania]